Minha stack fullstack em 2026: o que entrou e o que saiu
Todo ano reviso minha stack e corto o que não puxa o próprio peso. Em 2026, a limpa foi grande.
O que ficou: React com TanStack Router e Query no front, edge functions no back, Postgres como fonte única de verdade. Essa base se mostrou absurdamente produtiva.
O que saiu: um ORM pesado demais para o que eu preciso, uma ferramenta de state management que virou boilerplate puro, e um serviço de filas que substituí por uma tabela e um cron.
A lição central: cada dependência é um aluguel que você paga em complexidade. Se uma ferramenta não economiza tempo toda semana, ela custa tempo.
No próximo post, detalho a arquitetura completa do meu monorepo atual.